A compositagem (ou composição de amostras) é uma etapa muitas vezes vista como “técnica” e rotineira em projetos de exploração, mas a sua importância é central para a qualidade e a fiabilidade de qualquer modelo geológico e estimativa de reservas. Este artigo explica de forma clara o que é compositagem, por que ela importa, como a fazer bem e quais erros evitar — especialmente no contexto de projetos em Moçambique e na região Austral de África.
Em prospecção e modelamento, trabalhamos com amostras (de sondagem, galerias, trincheiras) que têm diferentes comprimentos, suportes e espaçamentos. Antes de interpolar (krigagem, IDW, etc.) para blocos de modelo é necessário transformar essas amostras numa base comparável. A compositagem faz exactamente isso: padroniza o suporte das amostras, reduz ruído local e garante que as estatísticas usadas pela geoestatística refletem corretamente o fenómeno em estudo.

Uma resposta para “Por que a compositagem é fundamental no modelamento geológico e na estimativa de reservas?”
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