O erro de milhares de dólares que ainda se comete em muitos escritórios em Moçambique

Há uma pergunta que quase nenhuma empresa em Moçambique faz antes de assinar um contrato de software: “isto tem mesmo de ser pago?”

No mundo dos Sistemas de Informação Geográfica, a resposta é, com frequência, não. Enquanto departamentos técnicos continuam a orçamentar milhares de dólares por ano em licenças proprietárias, o QGIS — gratuito, de código aberto e usado por agências governamentais e multinacionais em todo o mundo — já resolve a grande maioria das necessidades reais de mapeamento, análise territorial e monitorização ambiental.

O problema não é o preço do software. É que quase ninguém foi ensinado a usá-lo a sério.

É aí que entra a diferença entre “saber que o QGIS existe” e saber transformá-lo numa ferramenta de trabalho: automatizar análises, cruzar camadas de dados, produzir cartografia de qualidade profissional e integrar dados de campo recolhidos com GPS ou drone. É essa competência — não a licença — que separa uma equipa técnica autónoma de uma equipa dependente de consultores externos.

Na Campus Futurist, o curso de QGIS foi desenhado exatamente para essa transição: sai-se a saber substituir, na prática, grande parte do que hoje se paga a peso de ouro noutros softwares. Para engenheiros, técnicos de ambiente, geólogos e gestores de projeto, isto significa uma coisa simples — mais controlo sobre o próprio trabalho, e uma competência que nenhuma empresa em Moçambique tem em excesso.

Chamada para ação: Conhece o curso de QGIS e os restantes cursos de geotecnologias da Campus Futurist em campus.futuristgroup.co.mz.

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